Recentemente foi vinculado nos meios de comunicação uma propaganda eleitoral do Partido Social Cristão – PSC em que o seu dirigente máximo, ao fazer o convite para que pessoas se filiassem ao partido, apresentou a argumentação de que o PSC, na última eleição, fora o partido em que os candidatos eleitos tiveram o menor número de votos dentre todos os candidatos. E acrescentava: “você que tem ambições políticas, filie-se ao PSC”.
Nossa! Cômico, não fosse trágico.
Como assim? O que se pode entender? Aventureiros de todos os matizes, venham, filiem-se, não é preciso identidade ideológica nenhuma, venham e candidatem-se todos os que tenham um percentual de votos pequenos, um de vós será o sorteado?
Não poderia haver um exemplo mais bem acabado da necessidade urgente de uma reforma política para valer neste país. Mas de que reforma política que estamos falando e de quem será a responsabilidade de a fazer?
Nossa! Cômico, não fosse trágico.
Como assim? O que se pode entender? Aventureiros de todos os matizes, venham, filiem-se, não é preciso identidade ideológica nenhuma, venham e candidatem-se todos os que tenham um percentual de votos pequenos, um de vós será o sorteado?
Não poderia haver um exemplo mais bem acabado da necessidade urgente de uma reforma política para valer neste país. Mas de que reforma política que estamos falando e de quem será a responsabilidade de a fazer?
Está aí uma boa questão a ser resolvida pelo PSB. Como fazer isto?
Esse é um assunto urgente a ser debatido a exaustão por toda a militância socialista para que possamos apresentar à sociedade brasileira nossa posição sobre o assunto.
Nós do Núcleo de Base Ação Socialista acreditamos que não se pode fazer uma reforma cosmética, com a argumentação da facilidade, por ferir menos, digamos, suscetibilidades. Há de ser uma reforma profunda e com a convocação de uma assembléia exclusiva para este fim.
O debate está posto.
O debate está posto.
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